
Que calor é esse que vem da entranha
Quando eu vejo ela?
Tem tanto cabelo. Que beleza estranha.
Mas é tão bela.
Que vontade é essa, que me treme
O corpo todo?
Dá tanto arrepio. Depois deixa-me
Jogado no lodo.
Ai, que vontade é essa?
Quero-te dançando em minha mão,
Quero encenar essa peça
De amor fingido contigo.
Quero perder-me, perder a razão
Nos teus olhos, teu umbigo...



4 comentários:
"De amor fingido contigo."
Passión, passión!
A peça que queres encenar é constante em todo o poema. O amor fingido, a paixão, o amor, tudo parte de uma peça. E existe a antítese também. Em conjunto!
Amor fingido.
entendo entendo. (:
É o tesão, baby!
xD~~
Poesia pura! Beleza estranha, mas tão bela, amor fingido, perder a razão...gostei!
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