Quero doar-me
As massas:
Bocas que percorram
- Dentes que perfurem -
Minha carne.
Mãos que alimentem
O que há de prazer;
Braços que embalem
O hedonismo cego
E insano.
Quero a dor profunda
Dos lábios que
- Sem questionar -
Calam-se
Uns nos outros.
Quarta-feira, Julho 29, 2009
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1 comentários:
quase materializei o momento que tu escreveu essa poesia. Mas nasceu um desejo libertino absurdo de todas essas palavras carnais... Belo poema, hermano. Orgiástico
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